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Sexta-feira, Janeiro 23, 2009
[ arrependimento eficaz ]
Lembram aquela pichadora que se intitula artista, que foi detida e depois solta em São Paulo após pichar as paredes da Bienal? Pois bem, não é que ontem ela foi detida por tentativa de furto de um DVD nas Lojas Americanas?
O advogado da moça no entanto diz que o furto não foi concluído porque rolou um "arrependimento eficaz", e que uma amiga da fulana é que teria colocado o DVd na bolsa e zzzzzzzzzzzzzzz...
Enrfim, noves fora? A queridona está na detenção de novo, lugar aliás de onde ela nem deveria ter saído.
Artista? Na minha terra isso tem outro nome: marginal.
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Agora, convenhamos... "arrependimento eficaz" foi a melhor coisa que eu já ouvi nos últimos tempos. Adorei :)
Advogados não são seres brilhantes? =)
Chapeira
2:59 PM
Quarta-feira, Janeiro 21, 2009
[ dilma versão 2.010 ]
A pergunta é: quem é que vai cair nessa, han? Comprar gato por lebre ou ... cobra por, ah...'xá pra lá vai.
Agora, tem uma coisa... se tiver um cirurgião capaz de transformar La Monka Roussef em Gisele Bundchen, juro por Deus do céu que vou juntar todos os meus tostões pra entrar na fila. E paro até de beber! Que é pra economizar o dinheiro da cerveja também.
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E eu que não acreditava em milagres...
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Onde vendo o botox tem também carisma? Porque eu conheço uma meia dúzia de gentes, além da Dilmoca claro, que anda precisada - de carisma, porque no botox eu nem sequer acredito.
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By the way a charge é de Airton N, a partir de agora, meu herói ilustrador :)
Chapeira
5:22 PM
[é hoje! ]
Chapeira
3:02 PM
[ nota mental ]
Ser sincero dói muito, muito, muito, mas muuuito mais do que mentir. Só não dói mais do que "deixar pra lá".
Deixar pra lá dói muito, mas a dor fica lá, escondida, até uma hora em que ela aparece e aí, meu bem, aí não tem remédio que cure mais.
Eu escolhi ser sincera, mas ó... tô me f*dendo toda.
Chapeira
2:50 PM
Terça-feira, Janeiro 20, 2009
[ caminho das antas ]
Vamo' falar nada ainda não tá? Por enquanto é tudo muito nebuloso ainda - Bahjuan e Maya e seus olhares lânguidos ainda estão em fase de teste para mim, mas tenho um pressentimento que não vai rolar. Fora a sensação de déjà vu né? Hohoho. Vamos aguardar, mas enquanto isso alguém aí só me responde uma coisinha? Porque o Osmar Prado está falando com sotaque italiano? O que foi que eu perdi?
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Ah! E tem a Vera Fischer! Ah... a Vera Fischer! Um post inteiro teria que ser dedicado a ela. Um post não! Um blog inteiro!
Vera Fischer no papel mais Vera Fischer de todos os tempos - cor de encardido (as usual), cabelo mais branco do que nunca (alô? a hidratação existe e é tua amiga Vera, vai por mim), um vestido branco, um colar verde água, a risada mais "natural" ever, o mesmo olhar fatal e a mesma profissão - dona de clínica de estética.
Só o batom mudou - agora é um batom cor de boca de defunto. Eu fiquei com muito medo.
E o par da Vera vai ser o Caco. O "homem mais lindo do mundo", néééé Cris? Senhor, tenha piedade.
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Eu não tenho vergonha na cara mesmo. Aquela pilha de livros me esperando e eu dando esse mole para a GP de novo. Hunf!
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E aquela música frenética da abertura? Poperô indiano da melhor qualidade, bródi.
Medo. Isso é tudo por enquanto.
Chapeira
11:14 AM
[ sonho LSD ]
Sonhei essa noite que tomava um comprimido gigante. Isso mesmo meus caros, um comprimido gigante. Ele era tão grande, que eu o partia em quatro partes e cada uma delas cabia em uma travessa grande de louça, como se fosse um bolo, manja? Daí eu "comia" aquele 1/4 do comprimido e reclamava, com uma senhourinha que eu não sei quem é, que ainda tinha que "comer" o restante.
Tsc, tsc, tsc, juro que eu não sei se foi o remédio para cólica ou o primeiro capítulo da novela indiana que meu esse barato, mas ó... foi dos bãos.
Comprimido gigante? Cara, eu não sou normal. Definitivamente.
Chapeira
11:04 AM
Segunda-feira, Janeiro 19, 2009
[ troféu abacaxi ]
A pessoa quer tanto, mas tanto, mas tannnnnnto um premiozinho vagaba para seu blog que, vejam só, se presta ao serviço de passar horas criando emails fantasmas para poder votar nela mesma e, assim, abocanhar o prêmio de melhor blog "pelo voto popular".
Depois, claro, a criatura vai lépida e faceira enviar um e-mail emocionado para todos os amigos comunicando que seu blog foi eleito o melhor do Brasil-sil-sil. E ela vai sim comemorar o prêmio! Afinal, não é só porque ele foi "fraudado" (já que praticamente todos os votos que ela recebeu foram dela mesma), que ela não tem razões para comemorar, não é mesmo? E a esperteza? E a inteligência? E as horas que ela perdeu criando todos aqueles emails? Oras! Nada mais justo do que comemorar muuuuuito mesmo.
A organização do prêmio detectou a fraude, mas nada pôde fazer, uma vez que não havia regras claras quanto a ... er... trapacear os resultados. É, hoje em dia isso tem que estar escrito em letras garrafais mesmo, do contrário... trapacear, olha que coisa linda, virou a regra e não um comportamento detectado aqui e alí, em uns e outros. Virou regra geral! Trapacear é a ordem.
Bem, fosse em outros tempos, eu consideraria essa notícia bizarra. Já hoje, web-calejada que estou, bah... sinceramente? Não me choca.
Aliás, pouca coisa me choca hoje em dia e isso não é nada, nada bom.
Ah, as coisas do que o ser humano é capaz - mandar flores pra si mesmo só pra aumentar a auto-estima, mentir pra si mesmo só para não sofrer, trocar sentimentos verdadeiros por ilusões passageiras, puxar o tapete do outro para se dar bem, ostentar um troféu que ele mesmo se deu por se julgar merecedor ou simplesmente porque sim... ah, mil coisas né?
"Ah, mas ninguém é perfeito", você dirá (reparou como essa frase anda "na moda"?).... no que, rápida e ligeira, lhe perguntarei: E imperfeição virou justificativa para falta de caráter?
Chapeira
5:53 PM
Quinta-feira, Janeiro 15, 2009
[ educação ]
Pra começar... alguém sabe porque diabos fizeram essa lambança na nomenclatura das séries? 8ª série virou 9º ano, a 7ª virou 6º ano e assim por diante? A troco de que meu pai?
Esse povo não tem com o que se ocupar, fala a verdade.
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Vi agora uma lista de livros do 9º ano (bah) de um colégio particular de São Paulo que fica em torno de 1.500 pilas. Sim meus queridos - hum mil e quinhentos reais. As crianças lerão Saramago, Gabriel Garcia Marquez, Kafka, Graciliano Ramos, Machado de Assis... nada mais bacana, necessário e enriquecedor, eu sei. Mas... eu só consigo pensar na conta bancária dos pais... kakakaka. Se bem que, em tempos onde o nojento internetês domina, saber que os filhos lerão Machado de Assis e Saramago é um bálsamo né?
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No meu tempo de escola nunca precisei comprar um livro sequer - todos os livros que eu precisava ler eram retirados na biblioteca. Além de ser econômico, eu ainda adorava o passeio que tinha que dar ao buscar e devolver os livros. Fora o tempo que eu passava lá dentro, passeando entre as prateleiras e o picolé que eu comprava na saída, que era sagrado pra mim :)
Bons tempos aqueles em que um picolé vagabundo de morango era a melhor parte do dia. Porque é que a gente cresce e passa a procurar a felicidade em outros lugares?
Chapeira
3:08 PM
Quarta-feira, Janeiro 07, 2009
[ fazendo a lição de casa ]
O novo acordo ortográfico elimina o acento agudo do “i” e do “u” tônicos antecedidos de ditongo apenas nas palavras paroxítonas.
Ahn... agora tudo faz mais sentido, não é mesmo? =)
Chapeira
2:28 PM
Terça-feira, Janeiro 06, 2009
[ explicação didática ]
Do (excelente) blog do Reinaldo Azevedo...
(João Pereira Coutinho, colunista da Folha, recorreu ao chamado gênero didático para comentar o conflito entre as Forças Armadas da democracia israelense e o Hamas, uma das milícias terroristas palestinas. O chamado gênero didático, como as fábulas, parecem simplificar demasiado as questões. Mas sua virtude intrínseca está em chegar com mais rapidez ao cerne moral dos confrontos. Mais ou menos como na historinha do lobo e do cordeiro. Leiam o seu texto, publicado na edição de hoje.)
Mudar as palavras
Israel está novamente em guerra com os terroristas do Hamas, e não existe comediante na face da Terra que não tenha opinião a respeito. Engraçado. Faz lembrar a última vez que estive em Israel e ouvi, quase sem acreditar, um colega meu, acadêmico, que em pleno Ministério da Defesa, em Jerusalém, começou a "ensinar" os analistas do sítio sobre a melhor forma de acabarem com o conflito. Israel luta há 60 anos por reconhecimento e paz.
Mas ele, professor em Coimbra, acreditava que tinha a chave do problema. Recordo a cara dos israelenses quando ele começou o seu delírio. Uma mistura de incredulidade e compaixão.
Não vou gastar o meu latim a tentar convencer os leitores desta Folha sobre quem tem, ou não tem, razão na guerra em curso. Prefiro contar uma história.
Imaginem os leitores que, em 1967, o Brasil era atacado por três potências da América Latina. As potências desejavam destruir o país e aniquilar cada um dos brasileiros. O Brasil venceria essa guerra e, por motivos de segurança, ocupava, digamos, o Uruguai, um dos agressores derrotados.
Os anos passavam. A situação no ocupado Uruguai era intolerável: a presença brasileira no país recebia a condenação da esmagadora maioria do mundo e, além disso, a ocupação brasileira fizera despertar um grupo terrorista uruguaio que atacava indiscriminadamente civis brasileiros no Rio de Janeiro ou em São Paulo.
Perante esse cenário, o Brasil chegaria à conclusão de que só existiria verdadeira paz quando os uruguaios tivessem o seu Estado, o que implicava a retirada das tropas e dos colonos brasileiros da região. Dito e feito: em 2005, o Brasil se retira do Uruguai convencido de que essa concessão é o primeiro passo para a existência de dois Estados soberanos: o Brasil e o Uruguai.
Acontece que os uruguaios não pensam da mesma forma e, chamados às urnas, eles resolvem eleger um grupo terrorista ainda mais radical do que o anterior. Um grupo terrorista que não tem como objetivo a existência de dois Estados, mas a existência de um único Estado pela eliminação total do Brasil e do seu povo.
É assim que, nos três anos seguintes à retirada, os terroristas uruguaios lançam mais de 6.000 foguetes contra o Sul do Brasil, atingindo as povoações fronteiriças e matando indiscriminadamente civis brasileiros. A morte dos brasileiros não provoca nenhuma comoção internacional.
Subitamente, surge um período de trégua, mediado por um país da América Latina interessado em promover a paz e regressar ao paradigma dos "dois Estados". O Brasil respeita a trégua de seis meses; mas o grupo terrorista uruguaio decide quebrá-la, lançando 300 mísseis, matando civis brasileiros e aterrorizando as populações do Sul.
Pergunta: o que faz o presidente do Brasil?
Esqueçam o presidente real, que pelos vistos jamais defenderia o seu povo da agressão.
Na minha história imaginária, o presidente brasileiro entenderia que era seu dever proteger os brasileiros e começaria a bombardear as posições dos terroristas uruguaios. Os bombardeios, ao contrário dos foguetes lançados pelos terroristas, não se fazem contra alvos civis -mas contra alvos terroristas. Infelizmente, os terroristas têm por hábito usar as populações civis do Uruguai como escudos humanos, o que provoca baixas civis.
Perante a resposta do Brasil, o mundo inteiro, com a exceção dos Estados Unidos, condena veementemente o Brasil e exige o fim dos ataques ao Uruguai.
Sem sucesso. O Brasil, apostado em neutralizar a estrutura terrorista uruguaia, não atende aos apelos da comunidade internacional por entender que é a sua sobrevivência que está em causa. E invade o Uruguai de forma a terminar, de um vez por todas, com a agressão de que é vítima desde que retirou voluntariamente da região em 2005.
Além disso, o Brasil também sabe que os terroristas uruguaios não estão sós; eles são treinados e financiados por uma grande potência da América Latina (a Argentina, por exemplo). A Argentina, liderada por um genocida, deseja ter capacidade nuclear para "riscar o Brasil do mapa".
Fim da história? Quase, leitores, quase. Agora, por favor, mudem os nomes. Onde está "Brasil", leiam "Israel". Onde está "Uruguai", leiam "Gaza". Onde está "Argentina", leiam "Irã". Onde está "América Latina", leiam "Oriente Médio". E tirem as suas conclusões. A ignorância tem cura. A estupidez é que não.
Chapeira
4:18 PM
[ espírito de porco ] ou [ todo mundo sabe que os cães não são eternos, não é mesmo minha gente? ]

Chapeira
1:16 PM
[ já é 2009 né? ]
Eu encerraria 2008 com um saldo positivo muito bacana, talvez até o mais bacana dos últimos anos, mas aí os deuses acharam por bem me passar uma rasteira em pleno dia 24. Perdi um parente amado e às vésperas do Natal, quando geralmente eu estou na cozinha com a barriga no fogão assando pernil, eu estava enterrando um ente querido que nos fará muita, muita falta.
O sofrimento é grande, principalmente porque ele está ainda mais estampado no rosto de uma mulher de 87 anos, minha avó. E eu aprendi legal a bancar o meu sofrimento - são anos e anos de prática e até um certo mérito em passar (quase) ilesa por eles - mas ver os que eu amo sofrendo... isso sim acaba comigo.
Dizem que o tempo cura. Eu tenho cá minhas dúvidas porque há coisas que ele, o tempo, se mostrou incapaz de curar ao longo dos meus 37 anos. Mas... vou começar 2009 pelo menos tentando acreditar.
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A reforma ortográfica.... er... era pra que mesmo? Qual a utilidade mesmo?
// momento flashback informativo, por favor //
"Além do Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Macau (região administrativa especial da China que também fala o português) assinaram o acordo. O objetivo dos governos com as mudanças foi simplificar e uniformizar as grafias da língua portuguesa, ampliando a cooperação comercial e social entre os países."
Ampliar a cooperação comercial e social entre os países de língua portuguesa!!!! Ahnnnnnnnnnnnnn. Então tá. Mas... e na bunada, não vai dinha?
Tirar o hífen, acabar com o trema, eliminar alguns acentos e mais umas paradas aí que eu não entendi ainda (e provavelmente jamais entenderei) vão ampliar a cooperação comercial e social entre nós e os outros oito países? Ah, que maravilha!
Enquanto isso eu, que jamais soube coisas como hiatos, ditongos, derivados, tempos de verbos, e plural de palavras compostas, continuarei onde sempre estive: na mais completa ignorância. E, vocês sabem a minha opinião - a ignorância às vezes é uma benção.
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Segue o baile.
Com hífen ou sem, eu estou aqui de novo. Mudou o ano mas eu continuo com os mesmos defeitos do ano passado, a mesma falta de paciência, o mesmo desinteresse por uma espécie de gente que parece se multiplicar como os bichinhos do cinema (aqueles que se multiplicavam quando molhados, como é o nome mesmo?), o mesmo cansaço em explicar o óbvio, a mesma vontade de viver numa bolha... enfim, eu continuo chata bagarai.
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Sabe qual o lado bom das tragédias? A peneirada que você dá no seu "círculo de amigos".
Amigo só pra encher o rabo de cerveja comigo? Não, obrigada.
Conclusão: começo 2009 com menos "amigos" do que em 2008. O cerco está se fechando, só isso que eu digo.
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A terapia é uma benção. Cinco anos ininterruptos e hoje eu já consigo ver com clareza aquilo que não me faz falta.
Parece pouco mas, acredite em mim, não é não.
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O Manoel Carlos definitivamente é o ser mais irritante do planeta. Alguém me explica o que são aqueles diálogos de Maysa?
Tsc, tsc, tsc...juro que eu não sei porque eu ainda tento.
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Pegando carona na célebre frase de Daniela Abade, um recado para nossos ilustres marqueteiros ... "quem usa Vanish tem cérebro, viu?"
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Que venha 2009!
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... mas... quando é mesmo o Carnaval? Já estou precisando de uns dias de descanço =)
Chapeira
1:11 PM
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